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A Dificuldade de ouvir o que as pessoas falam, a falta de compreensão, entre outras barreiras na comunicação afastam as pessoas do convívio diário e pode se tornar um problema ainda maior, até mesmo atingir o psicológico da pessoa, prejudicando sua qualidade de vida e de seus familiares, podendo até levar a um declínio cognitivo.

Há casos em que as pessoas, depois de muitos anos sem ouvir direito, quando procuram ajuda já estão em depressão profunda. A perda auditiva gera um grande isolamento social, além da diminuição significativa das atividades cerebrais, comprometendo a atenção, o entendimento de fala, a memória e ainda facilitando o aparecimento das demências.

Ao sentir alguma dificuldade em ouvir, deve-se procurar um médico para avaliar a perda auditiva, em muitos casos é indicado o uso de aparelhos auditivos.


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O envelhecimento é uma das principais causas da deficiência auditiva. Com o passar dos anos, há uma degeneração natural das estruturas responsáveis pela audição, levando muitas pessoas a apresentarem, gradualmente, algum nível de perda auditiva.

Na maioria dos casos, os idosos demoram muito – em média 7 anos – para perceber que estão com alguma deficiência em sua audição. Além disso, custam a procurar um médico. Como consequência, essa perda provoca uma série de prejuízos para o seu dia-a-dia.

O uso do aparelho auditivo, portanto, é fundamental para aumentar a qualidade de vida dos idosos. Entenda, a seguir, a importância do seu uso.

Benefícios do aparelho auditivo

O uso do aparelho auditivo traz inúmeros benefícios para os idosos, melhorando seu convívio social, seu lazer e suas atividades de rotina. Trouxemos alguns de seus principais benefícios. Confira

Melhoria na comunicação

O ouvido que não escuta direito passa a não mandar as mensagens corretamente para o sistema nervoso. Assim, além de não escutar bem, o idoso passa a ter dificuldades para entender corretamente as palavras, o que atrapalha a sua comunicação com as pessoas a sua volta.

Portanto, um dos benefícios mais importantes da utilização do aparelho auditivo é a melhoria da capacidade de comunicação do usuário. Utilizando o aparelho, o idoso passa a não precisar mais ficar pedindo a seus amigos e familiares para repetirem o que disseram. O diálogo se torna muito mais fluido e agradável.

Melhoria na percepção sonora

Outro benefício da utilização do aparelho auditivo é a melhoria da percepção sonora dos idosos. Facilita não apenas a localização da fonte sonora, ou seja, a identificação da direção de onde está vindo o barulho, como também o entendimento da fala, ainda que na presença de outros ruídos.

Em consequência, o idoso consegue se orientar melhor através dos sons, o que aumenta a sua sensação de segurança – principalmente em locais públicos, já que passa a ser capaz de perceber mais facilmente a aproximação de um carro, por exemplo.

O uso do aparelho auditivo também aumenta significativamente o bem-estar e a qualidade do lazer do idoso. Possibilita que ele consiga se comunicar melhor em ambientes mais barulhentos, como uma mesa de restaurante. Permite ouvir com mais clareza uma música; lhe devolve até mesmo a capacidade de escutar sons comuns do dia-a-dia – como o canto dos pássaros – que, com o avançar da idade, não conseguia mais escutar.

Melhoria na interação familiar

É muito comum que o idoso que não consegue compreender bem o que as outras pessoas falam passe a evitar o diálogo, visto que já sabe que não vai conseguir se comunicar adequadamente.

Por conta disso, muitos passam a se afastar do convívio com seus amigos e familiares, o que pode causar isolamento, depressão e até mesmo outros problemas psicológicos e sociais.

Como o aparelho auditivo melhora a sua capacidade de comunicação, o idoso volta a interagir e a conviver com as outras pessoas. Volta a participar de atividades de grupo e a utilizar o telefone, o que aumenta sua qualidade de vida e sua socialização.

Melhoria da capacidade cognitiva

Idosos que apresentam um grau mais elevado de deficiência auditiva geralmente têm maior risco de desenvolver problemas cognitivos. Nesse cenário, o uso do aparelho auditivo reduz a chance da instalação de dificuldades cognitivas como demência e doença de Alzheimer, entre outras.

Além dos benefícios já citados, o uso do aparelho auditivo traz ainda vantagens adicionais, como o aumento da expectativa de vida e da independência do idoso. Promove também uma melhora da sua concentração e o aumento de seu bem-estar físico.

Viu só como o uso do aparelho auditivo pode aumentar consideravelmente a qualidade de vida dos idosos? Você está precisando deste dispositivo ou tem algum familiar que necessita utilizá-lo? Dê o primeiro passo. Agende uma triagem – o Instituto Otovida possui atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas e oferece os melhores tratamentos e resultados.


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A surdez congênita é um tipo de surdez caracterizada por estar presente desde o nascimento, podendo ser de origem genética ou outros fatores como doenças da mãe na gravidez (como rubéola, sarampo, varicela, diabetes e alcoolismo), uso inadequado de medicamentos, complicações de parto (nascimento prematuro, falta de oxigênio) ou infecções.

O Instituto Britânico de Pesquisas Auditivas registra que quatro em cada 1000 crianças sofrem desse tipo de surdez. Ela pode surgir como um sintoma inicial ou tardio de mais de 400 síndromes, sendo mais de 50% dos casos de origem genética, com herança autossômica recessiva (dois genes com defeito, um do pai e outro da mãe) ou dominante, ligada ao cromossomo X ou mutações no DNA mitocondrial.

Para diagnosticar a deficiência e saber a origem das alterações genéticas, o LIG Diagnósticos Especializados oferece a análise dos genes COCH, GJB2, GJB2 (Conexina26), GJB3, GJB6, MYH9, OTOF, POU3F4, SIX1, TMPRSS3, WFS1, além dos painéis 123, 124, 125 e 126, e se há mutação A1555G em DNA Mitocondrial.

As técnicas mais utilizadas são de Sequenciamento e Microarray, sendo possível cobrir 310 mutações pontuais nos principais 31 genes associados à surdez congênita sindrômica e não-sindrômica.

O aconselhamento e os resultados ajudam na intervenção médica precoce, principalmente na fase pré-lingual da criança (quando a surdez ocorre antes da aquisição da linguagem oral), aumentando as chances de sucesso na escolha da terapia e dos planos de reabilitação mais adequados.

 

COMO É REALIZADO O SEQUENCIAMENTO GENÉTICO:

O nosso DNA possui aproximadamente 20.000 genes em tamanhos diferentes. Cada gene é formado por quatro bases nitrogenadas chamadas de adenina, citosina, guanina e timina e que são representadas, respectivamente, pelas letras A, C, G, T. Há cerca de três bilhões dessas letras em todo o nosso genoma. A técnica de sequenciamento genético é realizada quando o médico geneticista suspeita de uma doença específica e realiza o sequenciamento relacionado com a enfermidade.

Por exemplo, quando um paciente, clinicamente, apresenta fibrose cística. Essa doença é caracterizada por afetar a produção de muco, principalmente nos pulmões e pâncreas, podendo causar infecções de repetição, baixo ganho de peso e alterações nas enzimas pancreáticas. Para descobrir a alteração genética específica, ou seja, a troca de uma ou mais letras no DNA, o médico geneticista solicita o sequenciamento do gene CFTR, relacionado à fibrose cística.

Para realizar o sequenciamento é necessário coletar o sangue periférico do paciente, que circula pelo corpo. No laboratório, as células brancas (leucócitos) são separadas da amostra coletada. Após essa separação, é extraído, processado e armazenado o DNA que está presente nessas células. A esse DNA são adicionados reagentes que se ligam especificamente a cada uma das letras A,T,C e G da região do gene, que é amplificada milhares de vezes para facilitar o sequenciamento. Essa amplificação ocorre através da técnica chamada Reação em Cadeia da Polimerase (PCR).

Após a amplificação a amostra é levada ao sequenciador automático, que “lê” letra por letra e compara com uma base de dados para saber o que está igual ou diferente no DNA. Há alterações que não causam doenças e outras que ainda não temos dados seguros para afirmar se são ou não causadoras. Por isso a importância do trabalho do médico geneticista, que deve ser consultado antes e depois da realização do exame. O tempo para obter a resposta de um exame desse tipo dependerá do tamanho do gene que será estudado. Apesar da extração do DNA, e o preparo da amostra levar algumas horas, o sequenciamento de um gene pode durar alguns dias.


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O ouvido humano também tem os seus limites. Um único som acima do limite aceitável pode danificar de forma irreversível a sua audição. Por isso, é importante estar atento. A poluição sonora, shows, trio-elétricos, estampidos ou trabalhar em locais excessivamente ruídos podem expor as pessoas a riscos auditivos desnecessários.

Uma questão de saúde pública

A perda auditiva é considerada um problema de saúde pública. De acordo com o último censo (2000) realizado no Brasil pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 24,5 milhões de pessoas são portadoras de algum tipo de deficiência, o que corresponde a 14,5% da população brasileira. Dessas, 5,7 milhões possuem dificiência auditiva.

A desinformação é um dos fatores que contribuem para o aumento dos problemas auditivos. O brasileiro ainda não se acostumou com uma cultura de prevenção e muitas vezes expõe a sua audição a riscos desnecessários.

A surdez pode se desenvolver de diversas maneiras. Quando genética, pode ser detectada nos primeiros dias de vida e tratada com sucesso. Na terceira idade, quando ocorre um processo natural de envelhecimento dos órgãos, buscando tratamento, é possível conviver normalmente com o problema, sem comprometer a qualidade de vida. Na fase adulta, a pessoa deve evitar se expor a ruídos, principalmente no trabalho, pois assim diminuirá futuros problemas.

Jovens: um grupo de risco

Os jovens estão entre os grupos mais desinformados. Todos os anos, milhares de adolescentes apresentam alguma perda de audição, seja por ouvir música excessivamente alta em concertos de rock ou no automóvel, pelo uso inadequado de walkman (um dos grandes vilões da surdez juvenil) ou por passar o carnaval bem perto daquelas caixas de som superpotentes dos clubes e trio-elétricos, que chegam a atingir intensidades sonoras da ordem de 120 dB NA (perto do limiar da dor!).

Poucos, entre eles, sabem que uma pessoa não pode permanecer em um ambiente com atividade sonora de 85 dB NA de intensidade por mais de oito horas. Esse tempo cai para quatro horas em lugares com 90 dB NA; duas horas em locais com 95 dB NA; uma hora aonde a intensidade chega a 100 dB NA.

Poluição sonora

A poluição sonora é a terceira maior do planeta, só perde para água e o ar. Pode acarretar conseqüências severas à qualidade de vida da poluição, afetando a saúde do individuo e conturbando intensamente as relações sociais.

Algumas pesquisas mostram que o ruído fora de controle constitui um dos agentes mais nocivos à saúde humana, causando perda da audição, zumbidos, distúrbios do labirinto, ansiedade, nervosismo, hipertensão arterial, gastrites, úlceras e impotência sexual.

Surdez ocupacional

A perda auditiva induzida por ruído ocupacional é um dos mais importantes problemas sociais dos trabalhadores brasileiro e representa hoje um dilema nacional para muitas empresas e um desafio para médicos do trabalho, otorrinolaringologistas, fonoaudiólogos, engenheiros e técnicos de segurança do trabalho.

A perda auditiva induzida por ruído ocupacional é particularmente ameaçadora, pois se desenvolve lentamente, e o individuo pode não perceber qualquer problema até que sua comunicação encontre-se bastante afetada. Ela representa um incômodo duplo, pois ao mesmo tempo em que compromete a capacidade auditiva do portador para sons ambientais, normalmente agradáveis, produz um ruído contínuo, o zumbido.

Paulo Perazzo


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Se você foi diagnosticado com perda auditiva e o especialista indicou a necessidade do uso do aparelho auditivo, não perca tempo. A prótese auditiva devolve ao paciente a capacidade de escutar os sons com clareza e levar uma vida plena e feliz. Adiar o uso do aparelho auditivo traz uma série de implicações para a saúde de modo geral.

 

Confira as razões para começar a utilizar a prótese auditiva o quanto antes.

Em primeiro lugar, você sabia que escutamos com o cérebro, e não com o ouvido? É isso mesmo! O ouvido recebe os sons, mas é o cérebro que reconhece os sons e interpreta se é uma buzina, um avião ou a voz do seu filho. Ou seja, o uso do aparelho auditivo em pessoas com perda auditiva é essencial para manter o cérebro ativo. Por isso, quanto mais tempo você demorar para começar a usar a prótese, mais difícil será para o cérebro voltar a se acostumar a ouvir os sons.

Também é importante lembrar que nos casos de perda auditiva bilateral, aquela que ocorre nos dois ouvidos, o paciente não deve adiar o uso do aparelho auditivo em um dos lados – ainda que um ouvido tenha capacidade parcial de audição. Isso porque o cérebro foi projetado para processar o som dos dois ouvidos. Portanto, quando os ouvidos trabalham em conjunto, o som fica muito mais claro e natural.

 

Grau da perda auditiva pode aumentar

Outro motivo para começar a usar o aparelho auditivo o mais rápido possível é porque o grau da perda auditiva costuma aumentar gradativamente. Existem quatro graus de perda auditiva:

  • Leve,
  • Moderado,
  • Severo, e
  • Profundo.

No grau LEVE as pessoas normalmente não identificam a perda auditiva. É natural que aumentem gradativamente a intensidade da voz e comecem a ter dificuldade para ouvir em ambientes barulhentos.

No grau MODERADO a pessoa tem dificuldade de ouvir o telefone, tem dificuldade de manter uma conversa e se apoia na leitura labial. Já no grau SEVERO a dificuldade é ainda maior. As palavras ficam abafadas e até sons como campainha não são ouvidos. Na perda PROFUNDA o paciente pode ouvir apenas sons ambientais de alta intensidade não sendo possível discriminar a fala. Ou seja, se você tiver algum tipo de perda auditiva, mas adiar o uso da prótese, são grandes as chances da sua deficiência aumentar e a reabilitação auditiva se torna mais difícil.

 

Qualidade de vida se deteriora. Aparelho auditivo é a solução!

Estudos científicos comprovam que a perda auditiva não tratada piora substancialmente a qualidade de vida do paciente. Com a dificuldade de escutar os sons com clareza e se comunicar com os amigos e familiares, a pessoa tende a se isolar socialmente. Com isso, os estímulos cerebrais ficam escassos e levam a um maior declínio cognitivo.

Pesquisas indicam que o uso de aparelho auditivo auxilia na manutenção da capacidade mental da pessoa com deficiência auditiva. A prótese auditiva também restaura a habilidade de se comunicar e permite que o paciente volte a interagir em sociedade. Por isso, idosos com perda auditiva tem maiores probabilidades de desenvolverem demência e depressão.

 

Quais os sintomas da perda auditiva?

Alguns sinais ajudam a perceber a perda auditiva. Entre eles estão pedir constantemente para as pessoas repetirem o que está falando, ouvir a televisão com o volume mais alto que os demais e ter dificuldade de se comunicar pelo telefone ou em locais barulhentos. Os sons da fala mais agudos também costumam ser de difícil compreensão para quem sofre de perda auditiva.

Dito isso, é fundamental ficar atento aos sinais de perda auditiva e procurar um especialista assim que for identificada a dificuldade de escutar. Iniciar o tratamento o quanto antes é fundamental para manter a qualidade de vida, liberdade e independência. Quanto mais precoce, menores serão os prejuízos. Deixar para depois pode ser extremamente prejudicial e causar danos irreversíveis à saúde física e mental.

 

Excelência em reabilitação auditiva

No INSTITUTO OTOVIDA o paciente tem suporte completo para o tratamento e reabilitação auditiva. São 20 anos de experiência e uma equipe qualificada de fonoaudiólogos, que participam de todas as etapas do processo. Desde a escolha do aparelho auditivo que atendem às suas necessidades auditivas até os acompanhamentos e ajustes necessários.

 


Instituto Otovida

SOMOS ESPECIALISTAS EM CUIDAR DE VOCÊ – com atenção à saúde da sua garganta, nariz e ouvidos.

Atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados; num espaço, confortável com mais de 1300m² de área.

Desenvolvimento e reabilitação para os melhores resultados.

Responsável Técnica: Fabiana Scarton – CRM-SC 13311

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