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O Carnaval é a maior festa popular do país, blocos, bailes e trios elétricos arrastam milhões de pessoas em várias cidades do Brasil. Mas com toda essa folia é necessário tomar alguns cuidados com a nossa audição. Com a exposição intensa ao barulho no Carnaval, como caixas de som e instrumentos musicais, as pessoas podem ter sensação de pressão no ouvido, zumbidos e dificuldades para ouvir.

O ouvido humano suporta até 85 decibéis sem que o som seja prejudicial. O problema é que, nos blocos de carnaval, as músicas chegam a até 120 decibéis, essa intensidade próxima de uma turbina de avião, ou seja, ultrapassam muito o permitido.

É recomendável ficar à uma distância de até 10 metros de equipamentos de som e usar protetores auriculares, que diminuem o impacto dos barulhos, músicos também devem usar.

É comum que incômodos no ouvido surgem no mesmo dia, porém, mesmo que esses incômodos desapareçam as células do ouvido podem ter sido lesionadas, que com o passar do tempo podem surgir problemas auditivos.

No caso das crianças o cuidado deve ser em dobro, com o excesso do barulho elas podem sair dos locais com forte zumbido no ouvido sem que os pais percebam. Sempre que possível questione a criança se ela sentiu mudanças na audição.

Cuide da sua audição para aproveitar os melhores momentos do Carnaval.


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O aparelho auditivo, também chamado de prótese auditiva, é um pequeno dispositivo eletrônico que deve ser colocado diretamente no ouvido para ajudar a amplificar as ondas sonoras, facilitando a audição de pessoas que tiveram perda.

Os aparelhos auditivos são indicados para quem percebeu que vem ouvindo menos. Isso pode acontecer devido à exposição a sons muito altos por tempo prolongado, ruídos, zumbidos, envelhecimento ou por causa de doenças.

Para o funcionamento do aparelho auditivo ele contém: microfone, amplificador, receptor, bateria, adaptadores e o chip de processamento sonoro.

O microfone é necessário para captar o som, o amplificador para ampliar as ondas sonoras, o receptor é responsável por enviar o som amplificado para o ouvido e as baterias devem ser trocadas de 5 a 15 dias, a troca varia da marca do aparelho e da bateria, na maioria dos casos o aparelho indica quando a bateria está fraca, dando um sinal sonoro.

O som enviado pelo aparelho é recebido pela cóclea,que fica no ouvido interno. Depois é passado ao nervo acústico do cérebro.

Existem diversos modelos de aparelhos, eles variam tanto no tamanho como no tipo de cada amplificação. Os modelos são indicados de acordo com a necessidade auditiva de cada paciente.

Dentre estes modelos temos Receptor no canal (RIC), Retroauricular (BTE), Intracanal, Micro canal (CIC) e Invisível no Canal. (IIC).

Os aparelhos podem ter diferenças na qualidade sonora, quando captam os sons e na clareza da fala. Quanto mais alta a qualidade do aparelho auditivo, mais natural será a vivência auditiva do paciente.

Com o avanço dos aparelhos nos último anos, já se encontram aparelhos auditivos com tecnologia bem avançada trazendo conectividade com smartphones, telefone fixo, televisão e outros dispositivos eletrônicos.

Ao manusear o aparelho auditivo deve-se tomar muito cuidado, pois o aparelho é um dispositivo frágil e pode danificar facilmente.

É importante levar o aparelho para uma revisão e manutenção sempre que não estiver funcionando corretamente e também, é recomendável tirar sempre que tomar banho, praticar exercícios físicos e dormir.


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A descoberta da perda auditiva gera nos pais e responsáveis uma série de dúvidas e sentimentos, como angústias e negação, sobre as possibilidades de desenvolvimento da criança. Então é importante lembrar que vocês não estão sozinhos e existem muitas possibilidades de garantir o melhor desenvolvimento da criança. Desde o momento do diagnóstico, começa uma corrida contra o tempo para alinhar o melhor acesso à informação, por meio do uso da tecnologia, com o desenvolvimento das habilidades da criança. Por este motivo, a adaptação é o primeiro passo.

Existem duas tecnologias que podem (re)conectar as crianças aos sons: aparelhos auditivos ou implante coclear. Mas para definir qual deve ser usado, depende do grau e tipo de perda, idade da criança, aspectos observados no desenvolvimento, entre outros fatores. O uso desses recursos deve ser combinado à terapia com um fonoaudiólogo, profissional especializado no tratamento das alterações de audição e linguagem. Esse acompanhamento é essencial para possibilitar o desenvolvimento das habilidades de audição e linguagem. A terapia fonoaudiológica é tão importante quanto o uso regular dos dispositivos tecnológicos

Para auxiliar na escola e não atrapalhar os estudos e o desenvolvimento da criança, os acessórios de conectividade são essenciais. Além, é claro, de um professor instruído para auxiliar o aluno com a perda auditiva.

Existem aparelhos auditivos específicos para adaptação em bebês e crianças pequenas. Esses aparelhos são desenvolvidos para oferecer o melhor acesso à informação de fala, de modo seguro e confortável para a criança. E para deixa-las mais confortáveis e seguras, existem diferentes cores, travas de segurança, resistência à água e sujeiras, e compatibilidade com tecnologias.

No Instituto Otovida temos atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados, além de tratamentos e reabilitação para os melhores resultados.


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A Dificuldade de ouvir o que as pessoas falam, a falta de compreensão, entre outras barreiras na comunicação afastam as pessoas do convívio diário e pode se tornar um problema ainda maior, até mesmo atingir o psicológico da pessoa, prejudicando sua qualidade de vida e de seus familiares, podendo até levar a um declínio cognitivo.

Há casos em que as pessoas, depois de muitos anos sem ouvir direito, quando procuram ajuda já estão em depressão profunda. A perda auditiva gera um grande isolamento social, além da diminuição significativa das atividades cerebrais, comprometendo a atenção, o entendimento de fala, a memória e ainda facilitando o aparecimento das demências.

Ao sentir alguma dificuldade em ouvir, deve-se procurar um médico para avaliar a perda auditiva, em muitos casos é indicado o uso de aparelhos auditivos.


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Crianças estão sempre testando limites, portanto alguns comportamentos são bastante comuns na fase de desenvolvimento e aprendizado. Engolir itens pequenos ou enfiar objetos nas cavidades como nariz e ouvido são incidentes corriqueiros para alguns pais. Nesses casos, a recomendação é levá-los ao pronto atendimento para evitar maiores danos.

Segundo especialistas da Universidade de São Paulo (USP), o ouvido direito é o preferido das crianças, que costumam colocar, especialmente, pedras, grãos de milho e feijão, algodão, brincos, tarraxas e pilhas. A idade mais comum para esse tipo de incidente é aos 5 anos e que os meninos são mais “curiosos”, cerca que 70% de incidentes assim acontecem com eles.

Esse tipo de situação é grave, porque pode levar a perfuração da membrana timpânica, infecção de ouvido, dor e até surdez. Os especialistas reforçam que os pais devem ficar atentos caso a criança leve a mão ao ouvido com frequência, tente coçar ou retirar o objeto com o dedo ou comece a se queixar de dor de ouvido. Dependendo do grau da inflamação, pode ocorrer febre.

A retirada do objeto exige muito cuidado, pois o canal auditivo é estreito e existe pouco espaço para o instrumental e o corpo estranho e, muitas vezes, a retirada precisa ser feita depois de sedação em um centro cirúrgico.

TODO CUIDADO É POUCO

Se você é pai ou mãe sabe que com criança em casa a atenção deve ser redobrada. Isso porque os pequenos curiosos querem testar de tudo, desde a mão na tomada até o interesse em descobrir o que acontece se aquela mãozinha se encostar na chama acesa do fogão.

No entanto, não são apenas esses episódios que deixam os pais de cabelos em pé: pequenos objetos podem ser colocados no ouvido, por exemplo, entre uma brincadeira e outra. Além disso, insetos também podem entrar (esses, sem muito controle!) e decidir fazer morada lá.

Um estudo publicado na Revista Brasileira de Otorrinolaringologia em janeiro de 2008 analisou 1356 pacientes atendidos no hospital Souza Aguiar, no Rio de Janeiro, do ano de 1992 a 2000. O objeto mais frequente colocado no ouvido foi o feijão, mais comum na idade de 1 a 4 anos. Dentre os insetos, o mais comum foi a barata, seguida de larva de mosca.

Por isso, todo cuidado é pouco. Muitas vezes os pais nem percebem, e só vão notar na hora em que a criança está com algum desconforto no ouvido. Segundo os especialistas, a criança com corpo estranho no ouvido pode inicialmente não sentir dor, mas apresentará surdez súbita e unilateral, zumbido e, com o passar do tempo, dor.
Pode haver, também, sangramento e até mesmo edema e secreção purulenta no conduto auditivo externo.

PROCURE AJUDA MÉDICA

Segundo especialistas, esses objetos podem perfurar o tímpano e causar perda auditiva irreversível. Por isso, se o objeto entrar no ouvido, a orientação é não utilizar nada que o empurre mais para dentro, como cotonete, por exemplo. Caso entre algum objeto estranho no ouvido da criança ou de qualquer pessoa, é preciso procurar um otorrinolaringologista o mais rápido possível.


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Depois de tomar um banho de mar, piscina ou uma simples chuveirada, quem nunca teve aquela sensação chata e irritante de água acumulada no ouvido – além do grande incômodo, pode ser indício de algum problema
A dor de ouvido após contato com água pode significar o início de uma infecção local – alertam os otorrinolaringologistas do Instituto Otovida. É importante lembrar que é recomendável o uso de analgésico para aliviar a dor, mas nunca fazer uso de solução caseira no ouvido, pois pode piorar o quadro.
Esse tipo de otite se chama otite externa, pois o contato com água ocorre associado às altas temperaturas. Aumenta a umidade local, removendo a barreira de proteção da pele, permitindo a entrada de agentes infecciosos, assim é comum o aumento dos casos no verão.
Os casos de otite externa se apresentam com dor, coceira, sensação de ouvido tampado, diminuição da audição e, por vezes, presença de secreção. Se a pessoa reclama de água no ouvido e dor, procure um médico especializado.

Água Doce

O incômodo, o abafamento e a dor podem ser ainda maiores se a água for doce – de rio ou lagoa. Isso porque é onde se proliferam as bactérias Pseudomonas, um dos micro-organismos causadores da otite. Mais de 70% das infecções são por exposição à água, que empurra a cera pelo canal auditivo. Se a água estiver contaminada, pior ainda, pois ela tira a proteção natural que é a membrana do tímpano.
Dicas dos nossos Otorrinolaringologistas:
* Evite manipular o ouvido com hastes flexíveis;
* Seque o conduto auditivo após o contato excessivo com a água;
* Use protetor auricular ao nadar;
* Evite a automedicação. O uso de medicações caseiras ou apenas de anti-inflamatórios pode acarretar a piora da infecção local e sua extensão para toda a orelha;
* O tratamento correto é baseado em uso de gotas otológicas tópicas. As gotas otológicas são medicações que contém antibióticos não podendo ser compradas sem receita. Durante o tratamento, evite o contato com a água e manipulação da orelha.

Fatos sobre as otites

* Oito em cada 10 crianças têm algum episódio de dor de ouvido até os 6 anos de idade;
* As crianças, por suas características anatômicas, têm um risco maior do que os adultos de desenvolverem otites;
* A natação é uma das atividades físicas mais comuns na infância e pode estar relacionada a um aumento na incidência de otites externas.

Dor de Ouvido

É comum vermos os termos “dor de ouvido” e “otite” usados como sinônimos, mas é importante entendermos a diferença entre eles. Enquanto dor de ouvido (otalgia) é o sintoma que leva alguém a procurar atendimento, otite se refere a um processo inflamatório do ouvido e pode ser de dois tipos: otite externa e otite média.

OTITE EXTERNA é a inflamação do canal auditivo, que começa no orifício visível da orelha e termina cerca de dois centímetros para dentro. Esse é o tipo de otite mais comum nos meses quentes de verão, devido aos banhos de mar e piscina. A otite externa é uma inflamação da pele que reveste as paredes desse canal. Uma das causas mais comuns para essa inflamação é o excesso de água ou umidade acumulada. Outra causa costuma ser o mal hábito de se introduzir instrumentos de qualquer tipo para limpeza dos ouvidos.
OTITE MÉDIA é uma inflamação mais profunda e sem relação com a entrada de água nos ouvidos. Neste caso, a parte inflamada é interna ao tímpano, numa cavidade protegida da entrada de água. A otite média não tem relação com a entrada de água e normalmente é causada por inflamações do nariz e da garganta, causadas por alergias, refluxo gastresofágico, vírus e bactérias. Devido a maior incidência de gripes e resfriados no inverno, a otite média é mais comum nos meses mais frios do ano.

Prevenção das Otites Externas

* Tendo o diagnóstico de otite externa, não se deve praticar natação ou deixar cair água dentro do canal auditivo durante o tratamento. Em crianças pequenas, mesmo o banho deve ser dado com atenção. Pode ser indicado usar algum tampão auditivo ou um algodão embebido em substância oleosa para vedar o ouvido durante o banho.
* Crianças com otites externas repetidas devem tomar mais cuidado e devem secar as orelhas. O importante é que o ouvido fique seco por dentro. O maior problema não é a água que entra nos ouvidos, mas a água que fica lá por um tempo longo, criando condições ideais para o desenvolvimento de bactérias ou fungos.
* Não introduza nenhum instrumento para limpar ou coçar o interior dos ouvidos. Além do risco de lesar a pele, a remoção da camada de sobre a mesma, deixa-a desprotegida e mais propensa a se infectar quando em contato com a água.

Prevenção

Como prevenção, é indicada ida a um médico antes de uma temporada na praia ou na piscina. Ele pode sugerir o uso de protetores, dependendo de cada caso. E não se deve esperar muito para marcar a consulta, pois o que começa com uma simples umidade pode terminar em infecção. Isso ocorre porque a cera deixa o pH do ouvido ácido, e a água o torna mais alcalino, criando um ambiente favorável à entrada de bactérias.


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O envelhecimento é uma das principais causas da deficiência auditiva. Com o passar dos anos, há uma degeneração natural das estruturas responsáveis pela audição, levando muitas pessoas a apresentarem, gradualmente, algum nível de perda auditiva.

Na maioria dos casos, os idosos demoram muito – em média 7 anos – para perceber que estão com alguma deficiência em sua audição. Além disso, custam a procurar um médico. Como consequência, essa perda provoca uma série de prejuízos para o seu dia-a-dia.

O uso do aparelho auditivo, portanto, é fundamental para aumentar a qualidade de vida dos idosos. Entenda, a seguir, a importância do seu uso.

Benefícios do aparelho auditivo

O uso do aparelho auditivo traz inúmeros benefícios para os idosos, melhorando seu convívio social, seu lazer e suas atividades de rotina. Trouxemos alguns de seus principais benefícios. Confira

Melhoria na comunicação

O ouvido que não escuta direito passa a não mandar as mensagens corretamente para o sistema nervoso. Assim, além de não escutar bem, o idoso passa a ter dificuldades para entender corretamente as palavras, o que atrapalha a sua comunicação com as pessoas a sua volta.

Portanto, um dos benefícios mais importantes da utilização do aparelho auditivo é a melhoria da capacidade de comunicação do usuário. Utilizando o aparelho, o idoso passa a não precisar mais ficar pedindo a seus amigos e familiares para repetirem o que disseram. O diálogo se torna muito mais fluido e agradável.

Melhoria na percepção sonora

Outro benefício da utilização do aparelho auditivo é a melhoria da percepção sonora dos idosos. Facilita não apenas a localização da fonte sonora, ou seja, a identificação da direção de onde está vindo o barulho, como também o entendimento da fala, ainda que na presença de outros ruídos.

Em consequência, o idoso consegue se orientar melhor através dos sons, o que aumenta a sua sensação de segurança – principalmente em locais públicos, já que passa a ser capaz de perceber mais facilmente a aproximação de um carro, por exemplo.

O uso do aparelho auditivo também aumenta significativamente o bem-estar e a qualidade do lazer do idoso. Possibilita que ele consiga se comunicar melhor em ambientes mais barulhentos, como uma mesa de restaurante. Permite ouvir com mais clareza uma música; lhe devolve até mesmo a capacidade de escutar sons comuns do dia-a-dia – como o canto dos pássaros – que, com o avançar da idade, não conseguia mais escutar.

Melhoria na interação familiar

É muito comum que o idoso que não consegue compreender bem o que as outras pessoas falam passe a evitar o diálogo, visto que já sabe que não vai conseguir se comunicar adequadamente.

Por conta disso, muitos passam a se afastar do convívio com seus amigos e familiares, o que pode causar isolamento, depressão e até mesmo outros problemas psicológicos e sociais.

Como o aparelho auditivo melhora a sua capacidade de comunicação, o idoso volta a interagir e a conviver com as outras pessoas. Volta a participar de atividades de grupo e a utilizar o telefone, o que aumenta sua qualidade de vida e sua socialização.

Melhoria da capacidade cognitiva

Idosos que apresentam um grau mais elevado de deficiência auditiva geralmente têm maior risco de desenvolver problemas cognitivos. Nesse cenário, o uso do aparelho auditivo reduz a chance da instalação de dificuldades cognitivas como demência e doença de Alzheimer, entre outras.

Além dos benefícios já citados, o uso do aparelho auditivo traz ainda vantagens adicionais, como o aumento da expectativa de vida e da independência do idoso. Promove também uma melhora da sua concentração e o aumento de seu bem-estar físico.

Viu só como o uso do aparelho auditivo pode aumentar consideravelmente a qualidade de vida dos idosos? Você está precisando deste dispositivo ou tem algum familiar que necessita utilizá-lo? Dê o primeiro passo. Agende uma triagem – o Instituto Otovida possui atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas e oferece os melhores tratamentos e resultados.


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A surdez congênita é um tipo de surdez caracterizada por estar presente desde o nascimento, podendo ser de origem genética ou outros fatores como doenças da mãe na gravidez (como rubéola, sarampo, varicela, diabetes e alcoolismo), uso inadequado de medicamentos, complicações de parto (nascimento prematuro, falta de oxigênio) ou infecções.

O Instituto Britânico de Pesquisas Auditivas registra que quatro em cada 1000 crianças sofrem desse tipo de surdez. Ela pode surgir como um sintoma inicial ou tardio de mais de 400 síndromes, sendo mais de 50% dos casos de origem genética, com herança autossômica recessiva (dois genes com defeito, um do pai e outro da mãe) ou dominante, ligada ao cromossomo X ou mutações no DNA mitocondrial.

Para diagnosticar a deficiência e saber a origem das alterações genéticas, o LIG Diagnósticos Especializados oferece a análise dos genes COCH, GJB2, GJB2 (Conexina26), GJB3, GJB6, MYH9, OTOF, POU3F4, SIX1, TMPRSS3, WFS1, além dos painéis 123, 124, 125 e 126, e se há mutação A1555G em DNA Mitocondrial.

As técnicas mais utilizadas são de Sequenciamento e Microarray, sendo possível cobrir 310 mutações pontuais nos principais 31 genes associados à surdez congênita sindrômica e não-sindrômica.

O aconselhamento e os resultados ajudam na intervenção médica precoce, principalmente na fase pré-lingual da criança (quando a surdez ocorre antes da aquisição da linguagem oral), aumentando as chances de sucesso na escolha da terapia e dos planos de reabilitação mais adequados.

 

COMO É REALIZADO O SEQUENCIAMENTO GENÉTICO:

O nosso DNA possui aproximadamente 20.000 genes em tamanhos diferentes. Cada gene é formado por quatro bases nitrogenadas chamadas de adenina, citosina, guanina e timina e que são representadas, respectivamente, pelas letras A, C, G, T. Há cerca de três bilhões dessas letras em todo o nosso genoma. A técnica de sequenciamento genético é realizada quando o médico geneticista suspeita de uma doença específica e realiza o sequenciamento relacionado com a enfermidade.

Por exemplo, quando um paciente, clinicamente, apresenta fibrose cística. Essa doença é caracterizada por afetar a produção de muco, principalmente nos pulmões e pâncreas, podendo causar infecções de repetição, baixo ganho de peso e alterações nas enzimas pancreáticas. Para descobrir a alteração genética específica, ou seja, a troca de uma ou mais letras no DNA, o médico geneticista solicita o sequenciamento do gene CFTR, relacionado à fibrose cística.

Para realizar o sequenciamento é necessário coletar o sangue periférico do paciente, que circula pelo corpo. No laboratório, as células brancas (leucócitos) são separadas da amostra coletada. Após essa separação, é extraído, processado e armazenado o DNA que está presente nessas células. A esse DNA são adicionados reagentes que se ligam especificamente a cada uma das letras A,T,C e G da região do gene, que é amplificada milhares de vezes para facilitar o sequenciamento. Essa amplificação ocorre através da técnica chamada Reação em Cadeia da Polimerase (PCR).

Após a amplificação a amostra é levada ao sequenciador automático, que “lê” letra por letra e compara com uma base de dados para saber o que está igual ou diferente no DNA. Há alterações que não causam doenças e outras que ainda não temos dados seguros para afirmar se são ou não causadoras. Por isso a importância do trabalho do médico geneticista, que deve ser consultado antes e depois da realização do exame. O tempo para obter a resposta de um exame desse tipo dependerá do tamanho do gene que será estudado. Apesar da extração do DNA, e o preparo da amostra levar algumas horas, o sequenciamento de um gene pode durar alguns dias.


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Você sabia que as alergias podem causar problemas auditivos? É que, além dos olhos e do nariz, a tuba auditiva, canal que liga o ouvido médio à faringe, também é afetada pelas irritações.

Quando a inflamação e o muco nasal são gerados nas vias respiratórias, são comuns os casos de otites, popularmente conhecidas como dores de ouvido. É importante lembrar também que as inflamações e infecções no ouvido podem provocar tonturas, perda de equilíbrio, sensação de pressão ou de obstrução e até mesmo perda de audição.

Para evitar problemas que prejudiquem de maneira irreversível a audição, o ideal é ir ao médico assim que surgirem os primeiros sintomas.

Sinusite pode causar dores de ouvido

Além das alergias, a sinusite, que é uma inflamação da mucosa dos seios nasais, também pode estar relacionada às dores de ouvido.

Por que isso acontece? A explicação está na fisiologia dos sistemas respiratório e auditivo. O ouvido está ligado à parte de trás da cavidade do nariz pela trompa de Eustáquio. A função desta ligação é manter o equilíbrio das pressões entre o nariz e orelha.

O problema é que inflamações geram secreções que ficam acumuladas na trompa de Eustáquio. Dessa maneira, acontece a congestão nasal e as dores de ouvido. É preciso tratar a sinusite para consequentemente resolver o problema na audição. Mas em muitos casos, a sinusite costuma ser um problema crônico.

Se este é o seu caso, entre em contato conosco. O Instituto Otovida possui médicos otorrinolaringologistas especialistas para tratar do seu problema e evitar que complicações possam causar danos à audição.


Instituto Otovida

SOMOS ESPECIALISTAS EM CUIDAR DE VOCÊ – com atenção à saúde da sua garganta, nariz e ouvidos.

Atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados; num espaço, confortável com mais de 1300m² de área.

Desenvolvimento e reabilitação para os melhores resultados.

Responsável Técnica: Fabiana Scarton – CRM-SC 13311

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