Acompanhe diversas dicas sobre saúde aqui!

NOSSO BLOG

Top-5-Benefits-to-Wearing-H-696x464.jpg

O aparelho auditivo, também chamado de prótese auditiva, é um pequeno dispositivo eletrônico que deve ser colocado diretamente no ouvido para ajudar a amplificar as ondas sonoras, facilitando a audição de pessoas que tiveram perda.

Os aparelhos auditivos são indicados para quem percebeu que vem ouvindo menos. Isso pode acontecer devido à exposição a sons muito altos por tempo prolongado, ruídos, zumbidos, envelhecimento ou por causa de doenças.

Para o funcionamento do aparelho auditivo ele contém: microfone, amplificador, receptor, bateria, adaptadores e o chip de processamento sonoro.

O microfone é necessário para captar o som, o amplificador para ampliar as ondas sonoras, o receptor é responsável por enviar o som amplificado para o ouvido e as baterias devem ser trocadas de 5 a 15 dias, a troca varia da marca do aparelho e da bateria, na maioria dos casos o aparelho indica quando a bateria está fraca, dando um sinal sonoro.

O som enviado pelo aparelho é recebido pela cóclea,que fica no ouvido interno. Depois é passado ao nervo acústico do cérebro.

Existem diversos modelos de aparelhos, eles variam tanto no tamanho como no tipo de cada amplificação. Os modelos são indicados de acordo com a necessidade auditiva de cada paciente.

Dentre estes modelos temos Receptor no canal (RIC), Retroauricular (BTE), Intracanal, Micro canal (CIC) e Invisível no Canal. (IIC).

Os aparelhos podem ter diferenças na qualidade sonora, quando captam os sons e na clareza da fala. Quanto mais alta a qualidade do aparelho auditivo, mais natural será a vivência auditiva do paciente.

Com o avanço dos aparelhos nos último anos, já se encontram aparelhos auditivos com tecnologia bem avançada trazendo conectividade com smartphones, telefone fixo, televisão e outros dispositivos eletrônicos.

Ao manusear o aparelho auditivo deve-se tomar muito cuidado, pois o aparelho é um dispositivo frágil e pode danificar facilmente.

É importante levar o aparelho para uma revisão e manutenção sempre que não estiver funcionando corretamente e também, é recomendável tirar sempre que tomar banho, praticar exercícios físicos e dormir.


images-5.jpg

A Dificuldade de ouvir o que as pessoas falam, a falta de compreensão, entre outras barreiras na comunicação afastam as pessoas do convívio diário e pode se tornar um problema ainda maior, até mesmo atingir o psicológico da pessoa, prejudicando sua qualidade de vida e de seus familiares, podendo até levar a um declínio cognitivo.

Há casos em que as pessoas, depois de muitos anos sem ouvir direito, quando procuram ajuda já estão em depressão profunda. A perda auditiva gera um grande isolamento social, além da diminuição significativa das atividades cerebrais, comprometendo a atenção, o entendimento de fala, a memória e ainda facilitando o aparecimento das demências.

Ao sentir alguma dificuldade em ouvir, deve-se procurar um médico para avaliar a perda auditiva, em muitos casos é indicado o uso de aparelhos auditivos.


infant-deaf-1.png

A surdez congênita é um tipo de surdez caracterizada por estar presente desde o nascimento, podendo ser de origem genética ou outros fatores como doenças da mãe na gravidez (como rubéola, sarampo, varicela, diabetes e alcoolismo), uso inadequado de medicamentos, complicações de parto (nascimento prematuro, falta de oxigênio) ou infecções.

O Instituto Britânico de Pesquisas Auditivas registra que quatro em cada 1000 crianças sofrem desse tipo de surdez. Ela pode surgir como um sintoma inicial ou tardio de mais de 400 síndromes, sendo mais de 50% dos casos de origem genética, com herança autossômica recessiva (dois genes com defeito, um do pai e outro da mãe) ou dominante, ligada ao cromossomo X ou mutações no DNA mitocondrial.

Para diagnosticar a deficiência e saber a origem das alterações genéticas, o LIG Diagnósticos Especializados oferece a análise dos genes COCH, GJB2, GJB2 (Conexina26), GJB3, GJB6, MYH9, OTOF, POU3F4, SIX1, TMPRSS3, WFS1, além dos painéis 123, 124, 125 e 126, e se há mutação A1555G em DNA Mitocondrial.

As técnicas mais utilizadas são de Sequenciamento e Microarray, sendo possível cobrir 310 mutações pontuais nos principais 31 genes associados à surdez congênita sindrômica e não-sindrômica.

O aconselhamento e os resultados ajudam na intervenção médica precoce, principalmente na fase pré-lingual da criança (quando a surdez ocorre antes da aquisição da linguagem oral), aumentando as chances de sucesso na escolha da terapia e dos planos de reabilitação mais adequados.

 

COMO É REALIZADO O SEQUENCIAMENTO GENÉTICO:

O nosso DNA possui aproximadamente 20.000 genes em tamanhos diferentes. Cada gene é formado por quatro bases nitrogenadas chamadas de adenina, citosina, guanina e timina e que são representadas, respectivamente, pelas letras A, C, G, T. Há cerca de três bilhões dessas letras em todo o nosso genoma. A técnica de sequenciamento genético é realizada quando o médico geneticista suspeita de uma doença específica e realiza o sequenciamento relacionado com a enfermidade.

Por exemplo, quando um paciente, clinicamente, apresenta fibrose cística. Essa doença é caracterizada por afetar a produção de muco, principalmente nos pulmões e pâncreas, podendo causar infecções de repetição, baixo ganho de peso e alterações nas enzimas pancreáticas. Para descobrir a alteração genética específica, ou seja, a troca de uma ou mais letras no DNA, o médico geneticista solicita o sequenciamento do gene CFTR, relacionado à fibrose cística.

Para realizar o sequenciamento é necessário coletar o sangue periférico do paciente, que circula pelo corpo. No laboratório, as células brancas (leucócitos) são separadas da amostra coletada. Após essa separação, é extraído, processado e armazenado o DNA que está presente nessas células. A esse DNA são adicionados reagentes que se ligam especificamente a cada uma das letras A,T,C e G da região do gene, que é amplificada milhares de vezes para facilitar o sequenciamento. Essa amplificação ocorre através da técnica chamada Reação em Cadeia da Polimerase (PCR).

Após a amplificação a amostra é levada ao sequenciador automático, que “lê” letra por letra e compara com uma base de dados para saber o que está igual ou diferente no DNA. Há alterações que não causam doenças e outras que ainda não temos dados seguros para afirmar se são ou não causadoras. Por isso a importância do trabalho do médico geneticista, que deve ser consultado antes e depois da realização do exame. O tempo para obter a resposta de um exame desse tipo dependerá do tamanho do gene que será estudado. Apesar da extração do DNA, e o preparo da amostra levar algumas horas, o sequenciamento de um gene pode durar alguns dias.


ouvido.jpg

O ouvido humano é o responsável pelo nosso sentido auditivo.

A maior parte do aparelho auditivo está concentrada no interior da cabeça. Nossos ouvidos são subdivididos em três partes:

• Ouvido externo – onde está o canal auditivo.

• Ouvido médio ou cavidade timpânica – onde se encontram o tímpano, a bigorna, o martelo e o estribo.

• Ouvido interno – onde se concentram o estribo, o nervo auditivo e o caracol (também conhecido por cóclea).

Ao atingirem nossos ouvidos externos, as ondas sonoras percorrem o canal auditivo até chegar no tímpano. Este, por sua vez, vibra quando identifica variações de pressões mesmo muito pequenas, causadas pelas ondas sonoras.

As vibrações do tímpano avisam a dois ossos da cavidade timpânica (martelo e bigorna) que existe um som e estes, então, acionam outro osso (o estribo) que repassa essa informação ao ouvido interno.

Ao passarem por cada um desses obstáculos, as ondas sonoras são amplificadas e chegam ao caracol do ouvido.

O ouvido interno é composto pela cóclea que apresenta forma de caracol. Esta contém pequenos pelos que vibram quando há uma propagação do som. Essa propagação ocorre de forma fácil em virtude de um líquido existente dentro do ouvido interno, que estimula as células nervosas do nervo auditivo enviando esses sinais ao cérebro, fazendo com que tenhamos a percepção do som.

Fonte: Talita A. Anjos


balance-2194880_1920-1200x800.jpg

Isso mesmo! A otite média secretora (OMS), mais popularmente conhecida como “catarro” no ouvido pode levar a perda auditiva de graus variados com prejuízos ao desenvolvimento da fala e linguagem, desempenho escolar e até mesmo alterações de comportamento que podem levar ao diagnóstico incorreto de hiperatividade e déficit de atenção. A presença de OMS durante os primeiros dois anos de vida pode levar a dificuldades de aprendizagem inclusive podendo afetar o QI futuro dessas crianças.
A OMS é a principal causa de perda auditiva em crianças nos países desenvolvidos, principalmente entre 2 e 5 anos de idade. Diferentemente de uma otite média aguda, ela não costuma causar dor de ouvidos, inclusive podendo ser assintomática. Na otite média secretora, há acúmulo de muco ou líquido atrás do tímpano em virtude do mau funcionamento da tuba auditiva (canal que comunica o ouvido com o nariz). Adenoides, rinite alérgica, resfriados frequentes e malformações craniofaciais (especialmente a fenda palatina) são exemplos de situações que podem prejudicar a tuba auditiva aumentando o risco de otite média aguda e secretora.
O diagnóstico da OMS é feito a através da otoscopia (exame dos ouvidos) pelo otorrinolaringologista e dos testes de audição (audiometria e imitanciometria) realizados pela fonoaudióloga. O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico e deve ser individualizado buscando correção das situações que prejudicam o correto funcionamento da tuba auditiva. É muito importante consultar com o médico especialista em ouvidos para que seja instituído o tratamento apropriado, especialmente para evitar o uso desnecessário de antibióticos.
Fique atento!

Dra Fabiana Bortoncelo Scarton – Responsável Técnica do Instituto OTOVIDA

 


Entenda-como-a-perda-da-audição-pode-influenciar-no-déficit-de-atenção-1200x675.png

Maio 24, 2019 JSAudição0

A perda da audição é responsável por alterar diversos aspectos na vida das pessoas, desde a interação social até a concentração e atenção. O problema pode acontecer em qualquer fase da vida – independente da idade.

Existem casos que o diagnóstico é comprometido porque a pessoa convive com os sintomas, mas não procura por ajuda. Em outros, a situação pode chamar a atenção de quem está ao redor – chefes ou colegas de trabalho – que passam a reclamar da desatenção do funcionário.


Cuidados-você-pode-ter-perda-auditiva-1200x787.png

O ouvido humano, responsável pela audição e equilíbrio corporal, é composto por um incrível conjunto de órgãos avançados e sensíveis do corpo humano. Sua função é captar sons e transmitir para o cérebro. Entretanto a perda auditiva pode aparecer, alterando a função natural do ouvido e prejudicando a audição.

Você já sentiu alguma dificuldade ao ouvir? Você pode ter perda auditiva e não saber. Confira o conteúdo abaixo, com informações da nossa fonoaudióloga, Karina Ramos Napoleão (CRFa 7550), e entenda mais sobre o assunto.


Instituto Otovida

SOMOS ESPECIALISTAS EM CUIDAR DE VOCÊ – com atenção à saúde da sua garganta, nariz e ouvidos.

Atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados; num espaço, confortável com mais de 1300m² de área.

Desenvolvimento e reabilitação para os melhores resultados.

Responsável Técnica: Fabiana Scarton – CRM-SC 13311

Acompanhe a gente pelo Facebook

Cadastre-se e Receba dicas incríveis sobre saúde


Contatos e Localização

CONTATOS E LOCALIZAÇÃO

Avenida Governador Ivo Silveira, 3861 – Capoeiras, Florianópolis/SC

Telefone: (48) 3223-6060

WhatsApp: (48) 99172-0606 / (48) 99178-2207

Facilidades de acesso:

Anexo ao Hotel TRI – antigo Hotel Itaguaçu, na divisa dos municípios de Florianópolis e São José.

Todos os Direitos Reservados •  JS ATIVIDADE DIGITAL