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O aparelho auditivo, também chamado de prótese auditiva, é um pequeno dispositivo eletrônico que deve ser colocado diretamente no ouvido para ajudar a amplificar as ondas sonoras, facilitando a audição de pessoas que tiveram perda.

Os aparelhos auditivos são indicados para quem percebeu que vem ouvindo menos. Isso pode acontecer devido à exposição a sons muito altos por tempo prolongado, ruídos, zumbidos, envelhecimento ou por causa de doenças.

Para o funcionamento do aparelho auditivo ele contém: microfone, amplificador, receptor, bateria, adaptadores e o chip de processamento sonoro.

O microfone é necessário para captar o som, o amplificador para ampliar as ondas sonoras, o receptor é responsável por enviar o som amplificado para o ouvido e as baterias devem ser trocadas de 5 a 15 dias, a troca varia da marca do aparelho e da bateria, na maioria dos casos o aparelho indica quando a bateria está fraca, dando um sinal sonoro.

O som enviado pelo aparelho é recebido pela cóclea,que fica no ouvido interno. Depois é passado ao nervo acústico do cérebro.

Existem diversos modelos de aparelhos, eles variam tanto no tamanho como no tipo de cada amplificação. Os modelos são indicados de acordo com a necessidade auditiva de cada paciente.

Dentre estes modelos temos Receptor no canal (RIC), Retroauricular (BTE), Intracanal, Micro canal (CIC) e Invisível no Canal. (IIC).

Os aparelhos podem ter diferenças na qualidade sonora, quando captam os sons e na clareza da fala. Quanto mais alta a qualidade do aparelho auditivo, mais natural será a vivência auditiva do paciente.

Com o avanço dos aparelhos nos último anos, já se encontram aparelhos auditivos com tecnologia bem avançada trazendo conectividade com smartphones, telefone fixo, televisão e outros dispositivos eletrônicos.

Ao manusear o aparelho auditivo deve-se tomar muito cuidado, pois o aparelho é um dispositivo frágil e pode danificar facilmente.

É importante levar o aparelho para uma revisão e manutenção sempre que não estiver funcionando corretamente e também, é recomendável tirar sempre que tomar banho, praticar exercícios físicos e dormir.


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A descoberta da perda auditiva gera nos pais e responsáveis uma série de dúvidas e sentimentos, como angústias e negação, sobre as possibilidades de desenvolvimento da criança. Então é importante lembrar que vocês não estão sozinhos e existem muitas possibilidades de garantir o melhor desenvolvimento da criança. Desde o momento do diagnóstico, começa uma corrida contra o tempo para alinhar o melhor acesso à informação, por meio do uso da tecnologia, com o desenvolvimento das habilidades da criança. Por este motivo, a adaptação é o primeiro passo.

Existem duas tecnologias que podem (re)conectar as crianças aos sons: aparelhos auditivos ou implante coclear. Mas para definir qual deve ser usado, depende do grau e tipo de perda, idade da criança, aspectos observados no desenvolvimento, entre outros fatores. O uso desses recursos deve ser combinado à terapia com um fonoaudiólogo, profissional especializado no tratamento das alterações de audição e linguagem. Esse acompanhamento é essencial para possibilitar o desenvolvimento das habilidades de audição e linguagem. A terapia fonoaudiológica é tão importante quanto o uso regular dos dispositivos tecnológicos

Para auxiliar na escola e não atrapalhar os estudos e o desenvolvimento da criança, os acessórios de conectividade são essenciais. Além, é claro, de um professor instruído para auxiliar o aluno com a perda auditiva.

Existem aparelhos auditivos específicos para adaptação em bebês e crianças pequenas. Esses aparelhos são desenvolvidos para oferecer o melhor acesso à informação de fala, de modo seguro e confortável para a criança. E para deixa-las mais confortáveis e seguras, existem diferentes cores, travas de segurança, resistência à água e sujeiras, e compatibilidade com tecnologias.

No Instituto Otovida temos atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas para oferecer a você os melhores tratamentos e resultados, além de tratamentos e reabilitação para os melhores resultados.


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A Dificuldade de ouvir o que as pessoas falam, a falta de compreensão, entre outras barreiras na comunicação afastam as pessoas do convívio diário e pode se tornar um problema ainda maior, até mesmo atingir o psicológico da pessoa, prejudicando sua qualidade de vida e de seus familiares, podendo até levar a um declínio cognitivo.

Há casos em que as pessoas, depois de muitos anos sem ouvir direito, quando procuram ajuda já estão em depressão profunda. A perda auditiva gera um grande isolamento social, além da diminuição significativa das atividades cerebrais, comprometendo a atenção, o entendimento de fala, a memória e ainda facilitando o aparecimento das demências.

Ao sentir alguma dificuldade em ouvir, deve-se procurar um médico para avaliar a perda auditiva, em muitos casos é indicado o uso de aparelhos auditivos.


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O envelhecimento é uma das principais causas da deficiência auditiva. Com o passar dos anos, há uma degeneração natural das estruturas responsáveis pela audição, levando muitas pessoas a apresentarem, gradualmente, algum nível de perda auditiva.

Na maioria dos casos, os idosos demoram muito – em média 7 anos – para perceber que estão com alguma deficiência em sua audição. Além disso, custam a procurar um médico. Como consequência, essa perda provoca uma série de prejuízos para o seu dia-a-dia.

O uso do aparelho auditivo, portanto, é fundamental para aumentar a qualidade de vida dos idosos. Entenda, a seguir, a importância do seu uso.

Benefícios do aparelho auditivo

O uso do aparelho auditivo traz inúmeros benefícios para os idosos, melhorando seu convívio social, seu lazer e suas atividades de rotina. Trouxemos alguns de seus principais benefícios. Confira

Melhoria na comunicação

O ouvido que não escuta direito passa a não mandar as mensagens corretamente para o sistema nervoso. Assim, além de não escutar bem, o idoso passa a ter dificuldades para entender corretamente as palavras, o que atrapalha a sua comunicação com as pessoas a sua volta.

Portanto, um dos benefícios mais importantes da utilização do aparelho auditivo é a melhoria da capacidade de comunicação do usuário. Utilizando o aparelho, o idoso passa a não precisar mais ficar pedindo a seus amigos e familiares para repetirem o que disseram. O diálogo se torna muito mais fluido e agradável.

Melhoria na percepção sonora

Outro benefício da utilização do aparelho auditivo é a melhoria da percepção sonora dos idosos. Facilita não apenas a localização da fonte sonora, ou seja, a identificação da direção de onde está vindo o barulho, como também o entendimento da fala, ainda que na presença de outros ruídos.

Em consequência, o idoso consegue se orientar melhor através dos sons, o que aumenta a sua sensação de segurança – principalmente em locais públicos, já que passa a ser capaz de perceber mais facilmente a aproximação de um carro, por exemplo.

O uso do aparelho auditivo também aumenta significativamente o bem-estar e a qualidade do lazer do idoso. Possibilita que ele consiga se comunicar melhor em ambientes mais barulhentos, como uma mesa de restaurante. Permite ouvir com mais clareza uma música; lhe devolve até mesmo a capacidade de escutar sons comuns do dia-a-dia – como o canto dos pássaros – que, com o avançar da idade, não conseguia mais escutar.

Melhoria na interação familiar

É muito comum que o idoso que não consegue compreender bem o que as outras pessoas falam passe a evitar o diálogo, visto que já sabe que não vai conseguir se comunicar adequadamente.

Por conta disso, muitos passam a se afastar do convívio com seus amigos e familiares, o que pode causar isolamento, depressão e até mesmo outros problemas psicológicos e sociais.

Como o aparelho auditivo melhora a sua capacidade de comunicação, o idoso volta a interagir e a conviver com as outras pessoas. Volta a participar de atividades de grupo e a utilizar o telefone, o que aumenta sua qualidade de vida e sua socialização.

Melhoria da capacidade cognitiva

Idosos que apresentam um grau mais elevado de deficiência auditiva geralmente têm maior risco de desenvolver problemas cognitivos. Nesse cenário, o uso do aparelho auditivo reduz a chance da instalação de dificuldades cognitivas como demência e doença de Alzheimer, entre outras.

Além dos benefícios já citados, o uso do aparelho auditivo traz ainda vantagens adicionais, como o aumento da expectativa de vida e da independência do idoso. Promove também uma melhora da sua concentração e o aumento de seu bem-estar físico.

Viu só como o uso do aparelho auditivo pode aumentar consideravelmente a qualidade de vida dos idosos? Você está precisando deste dispositivo ou tem algum familiar que necessita utilizá-lo? Dê o primeiro passo. Agende uma triagem – o Instituto Otovida possui atendimento com uma abordagem integrada de profissionais nas áreas de fonoaudiologia, psicologia, serviço social e médicos otorrinolaringologistas e oferece os melhores tratamentos e resultados.


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A surdez congênita é um tipo de surdez caracterizada por estar presente desde o nascimento, podendo ser de origem genética ou outros fatores como doenças da mãe na gravidez (como rubéola, sarampo, varicela, diabetes e alcoolismo), uso inadequado de medicamentos, complicações de parto (nascimento prematuro, falta de oxigênio) ou infecções.

O Instituto Britânico de Pesquisas Auditivas registra que quatro em cada 1000 crianças sofrem desse tipo de surdez. Ela pode surgir como um sintoma inicial ou tardio de mais de 400 síndromes, sendo mais de 50% dos casos de origem genética, com herança autossômica recessiva (dois genes com defeito, um do pai e outro da mãe) ou dominante, ligada ao cromossomo X ou mutações no DNA mitocondrial.

Para diagnosticar a deficiência e saber a origem das alterações genéticas, o LIG Diagnósticos Especializados oferece a análise dos genes COCH, GJB2, GJB2 (Conexina26), GJB3, GJB6, MYH9, OTOF, POU3F4, SIX1, TMPRSS3, WFS1, além dos painéis 123, 124, 125 e 126, e se há mutação A1555G em DNA Mitocondrial.

As técnicas mais utilizadas são de Sequenciamento e Microarray, sendo possível cobrir 310 mutações pontuais nos principais 31 genes associados à surdez congênita sindrômica e não-sindrômica.

O aconselhamento e os resultados ajudam na intervenção médica precoce, principalmente na fase pré-lingual da criança (quando a surdez ocorre antes da aquisição da linguagem oral), aumentando as chances de sucesso na escolha da terapia e dos planos de reabilitação mais adequados.

 

COMO É REALIZADO O SEQUENCIAMENTO GENÉTICO:

O nosso DNA possui aproximadamente 20.000 genes em tamanhos diferentes. Cada gene é formado por quatro bases nitrogenadas chamadas de adenina, citosina, guanina e timina e que são representadas, respectivamente, pelas letras A, C, G, T. Há cerca de três bilhões dessas letras em todo o nosso genoma. A técnica de sequenciamento genético é realizada quando o médico geneticista suspeita de uma doença específica e realiza o sequenciamento relacionado com a enfermidade.

Por exemplo, quando um paciente, clinicamente, apresenta fibrose cística. Essa doença é caracterizada por afetar a produção de muco, principalmente nos pulmões e pâncreas, podendo causar infecções de repetição, baixo ganho de peso e alterações nas enzimas pancreáticas. Para descobrir a alteração genética específica, ou seja, a troca de uma ou mais letras no DNA, o médico geneticista solicita o sequenciamento do gene CFTR, relacionado à fibrose cística.

Para realizar o sequenciamento é necessário coletar o sangue periférico do paciente, que circula pelo corpo. No laboratório, as células brancas (leucócitos) são separadas da amostra coletada. Após essa separação, é extraído, processado e armazenado o DNA que está presente nessas células. A esse DNA são adicionados reagentes que se ligam especificamente a cada uma das letras A,T,C e G da região do gene, que é amplificada milhares de vezes para facilitar o sequenciamento. Essa amplificação ocorre através da técnica chamada Reação em Cadeia da Polimerase (PCR).

Após a amplificação a amostra é levada ao sequenciador automático, que “lê” letra por letra e compara com uma base de dados para saber o que está igual ou diferente no DNA. Há alterações que não causam doenças e outras que ainda não temos dados seguros para afirmar se são ou não causadoras. Por isso a importância do trabalho do médico geneticista, que deve ser consultado antes e depois da realização do exame. O tempo para obter a resposta de um exame desse tipo dependerá do tamanho do gene que será estudado. Apesar da extração do DNA, e o preparo da amostra levar algumas horas, o sequenciamento de um gene pode durar alguns dias.


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Isso mesmo! A otite média secretora (OMS), mais popularmente conhecida como “catarro” no ouvido pode levar a perda auditiva de graus variados com prejuízos ao desenvolvimento da fala e linguagem, desempenho escolar e até mesmo alterações de comportamento que podem levar ao diagnóstico incorreto de hiperatividade e déficit de atenção. A presença de OMS durante os primeiros dois anos de vida pode levar a dificuldades de aprendizagem inclusive podendo afetar o QI futuro dessas crianças.
A OMS é a principal causa de perda auditiva em crianças nos países desenvolvidos, principalmente entre 2 e 5 anos de idade. Diferentemente de uma otite média aguda, ela não costuma causar dor de ouvidos, inclusive podendo ser assintomática. Na otite média secretora, há acúmulo de muco ou líquido atrás do tímpano em virtude do mau funcionamento da tuba auditiva (canal que comunica o ouvido com o nariz). Adenoides, rinite alérgica, resfriados frequentes e malformações craniofaciais (especialmente a fenda palatina) são exemplos de situações que podem prejudicar a tuba auditiva aumentando o risco de otite média aguda e secretora.
O diagnóstico da OMS é feito a através da otoscopia (exame dos ouvidos) pelo otorrinolaringologista e dos testes de audição (audiometria e imitanciometria) realizados pela fonoaudióloga. O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico e deve ser individualizado buscando correção das situações que prejudicam o correto funcionamento da tuba auditiva. É muito importante consultar com o médico especialista em ouvidos para que seja instituído o tratamento apropriado, especialmente para evitar o uso desnecessário de antibióticos.
Fique atento!

Dra Fabiana Bortoncelo Scarton – Responsável Técnica do Instituto OTOVIDA

 


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setembro 28, 2018 Instituto OtovidaOuvido0

É importante os pais estarem atentos ao desenvolvimento da audição e linguagem de seus filhos. Infelizmente, existem muitas crianças que tem deficiência auditiva e os pais só percebem muito tarde. Vamos saber mais sobre os sinais da deficiência auditiva em crianças. Lembrando que a existem graus diferentes de deficiência auditiva.

Se a criança não reage a sons, não atende quando chamado ou está demorando para começar a falar, esses podem ser alguns dos sintomas que as  crianças com  deficiência auditiva apresentam.


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Responsável Técnica: Fabiana Scarton – CRM-SC 13311

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