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O número de pacientes com zumbido vem crescendo a cada dia – dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que o problema afeta 280 milhões de pessoas, de várias idades, em todo o mundo. A divulgação de informações, assim como dicas sobre o assunto é de grande importância e tem como principal objetivo, além do esclarecimento correto sobre os sintomas – lembrar as pessoas dos cuidado com a audição – levando, inclusive ao diagnóstico e tratamento precoce.

Conversamos com o Médico Otorrinolaringologista do Instituto Otovida, Dr Evandro Maccarini Manoel. que nos respondeu as dúvidas mais frequentes sobre o ZUMBIDO:

 

O QUE É ZUMBIDO?

O zumbido pode ser definido como uma percepção sonora na ausência de estímulo acústico externo. Em outras palavras é um som que é percebido, na maioria das vezes, apenas pela própria pessoa e que parece vir de uma das orelhas, de ambas as orelhas, ou simplesmente de “dentro da cabeça”. O zumbido pode ser de vários tipos. Geralmente se parece com um som contínuo, semelhante a um apito, um grilo, uma cigarra, a um chiaço, um motor, dentre outras definições. Porém, menos comumente, pode se parecer com algo pulsátil, como o bater do coração ou o bater de asas de um inseto, por exemplo. Além disso, uma mesma pessoa pode ter zumbidos diferentes, que podem ser percebidos no mesmo local ou em locais diferentes.

 

ZUMBIDO É UMA DOENÇA?

Não. O zumbido é um sintoma que é comum a várias doenças ou alterações, e por isso sempre merece uma investigação de sua causa pelo seu médico.

 

O QUE PROVOCA ZUMBIDO?

O zumbido pode ter várias causas. Acredita-se que a grande maioria dos casos de zumbido contínuos estejam relacionados à perda auditiva (mesmo que muito leve) ou a uma hipersensibilidade auditiva. Aliás, muitas vezes o zumbido é o primeiro sinal que o paciente percebe de uma perda auditiva inicial, antes mesmo de perceber a sensação de não estar ouvindo bem. No entanto, o zumbido pode ter outras causas como alterações metabólicas, psicológicas, neurológicas e musculares, como nos distúrbios de articulação temporo-mandibular. Causas mais graves, como por exemplo tumores, felizmente são raras, mas podem eventualmente ter como primeiro sintoma o zumbido. Zumbidos considerados “pulsáteis” geralmente tem como causas alterações vasculares (de veias ou artérias) ou musculares. E para deixar a situação um pouco mais difícil para o médico, não raramente o paciente com zumbido pode ter mais de uma causa para o seu sintoma.

 

SE UMA PESSOA DESCONFIA QUE SOFRE DE ZUMBIDO, O QUE ELA DEVE FAZER?

Justamente por tantas possibilidades de causas para um zumbido, é fundamental que o paciente com esse sintoma procure um médico especialista, no caso um otorrinolaringologista, de preferência com experiência na área de otoneurologia, para fazer uma investigação diagnóstica e, se necessário, o tratamento adequado.

 

ZUMBIDO TEM CURA?

Depende. Alguns tipos de zumbido têm cura. Alguns, inclusive, melhoram às vezes sem que o médico precise fazer alguma coisa. Por outro lado, infelizmente muitos tipos de zumbido a cura – ou seja, a resolução completa do zumbido – ainda não é conhecida pelos médicos. Mas isso não significa de forma alguma que “não há nada o que ser feito” ou que o paciente terá que simplesmente “se acostumar com isso para o resto de sua vida” que são frases ainda muito ouvidas em consultórios médicos. Todos os zumbidos, mesmo esses em que a cura completa não é conhecida, podem ter algum tipo de tratamento, que nesses casos teria como objetivo ao menos amenizar e/ou diminuir a percepção do paciente do zumbido.

 

EXISTE ALGUM EXAME QUE PODE DETECTAR O ZUMBIDO?

O zumbido na maioria das vezes é algo extremamente subjetivo e que é percebido apenas pelo próprio paciente. Então até hoje não é conhecido nenhuma maneira de “medir” o zumbido de forma objetiva. No entanto, o zumbido pode ser avaliado com a cooperação do paciente com um exame chamado acufenometria. Nesse exame é possível saber o lado do zumbido, “medir” a intensidade e a frequência sonora em que ocorre o zumbido, bem como verificar o limiar de desconforto do paciente para sons, verificar a intensidade de som necessária para mascarar o zumbido (ou seja, fazer com que não seja perceptível ao paciente) e também verificar a presença de inibição residual, ou seja, ver se o zumbido muda de característica após a colocação de um outro tipo de som no ouvido. Essas características avaliadas podem auxiliar seu médico e fonoaudióloga em alguns métodos de tratamento além de que ajudam o paciente a entender o seu próprio problema.

 

EM QUE FAIXA ETÁRIA O ZUMBIDO OCORRE COM MAIS FREQUÊNCIA?

O zumbido ocorre mais frequentemente nos idosos, mas pode ocorrer em qualquer faixa etária, incluindo crianças.

 

O QUE PODE AGRAVAR O ZUMBIDO?

O zumbido do tipo contínuo, que é o mais comum, pode ser agravado por diversos fatores. Dentre os mais comuns podemos citar os fatores metabólicos como por exemplo alterações da glicose no sangue e alterações hormonais. Alguns alimentos com açúcar e/ou cafeína e períodos de jejum prolongado são outros exemplos. Alterações musculares como contraturas na região da musculatura cervical ou problemas na articulação temporo-mandibular podem tanto gerar como agravar um zumbido. Um outro fator extremamente comum de piora é o estresse, ansiedade excessiva e insônia.

Na próxima semana daremos continuidade, qui no nosso BLOG, sobre as principais dúvidas sobre o ZUMBIDO – #PARTE2 na entrevista realizada com a médica Otorrinolaringologista do Instituto Otovida, Dra Cristiane Popoaski.

 


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Quase todo mundo já teve dor de ouvido alguma vez na vida. As principais causas desse problema são inflamações provocadas por trauma, manipulação ou excesso de umidade. Infecções causadas por fungos, bactérias ou vírus, e mesmo excesso de cera também podem provocar dor. Confira alguns mitos e verdades:

DOR DE OUVIDO PODE ESTAR RELACIONADA À SAÚDE BUCAL

VERDADE – Existem dois nervos longos que passam pelo ouvido e pela garganta, ou seja, as duas regiões estão interligadas. Problemas bucais, como gengivite ou amidalite, por exemplo, podem provocar dor de ouvido ou disfunção na articulação temporomandibular (ATM), que liga a mandíbula ao crânio. Através desses nervos, uma dor pode irradiar tanto do ouvido para a garganta como fazer o caminho inverso.

 

A LIMPEZA DO OUVIDO DEVE SER FEITA COM HASTES FLEXÍVEIS (COTONETES)

MITO – Hastes flexíveis só devem ser usadas nas dobras das orelhas, e não introduzidas no canal do ouvido, já que podem criar fissuras na pele e facilitar a entrada e proliferação de bactérias. Além disso, elas podem romper o tímpano, membrana que veda o fundo do canal auditivo e protege a cavidade do osso do ouvido. A perfuração do tímpano pode resultar em infecções, dor de ouvido e até surdez.

 

ANDAR DE CARRO COM O VIDRO ABERTO E TOMAR VENTO PODE CAUSAR DOR DE OUVIDO

VERDADE – Isso acontece porque o frio favorece a contração dos músculos e tecidos que envolvem o canal do ouvido e deixa a pele mais sensível. Essa contração é o que provoca a dor. Não se trata de otite (infecção de ouvido), apenas dor no canal auditivo. A dica é se agasalhar, usar gorro e evitar sair com o cabelo molhado no frio.

 

DOR DE OUVIDO NÃO TEM NADA A VER COM GRIPE

MITO – Dor de ouvido e gripe podem estar relacionadas, já que as secreções geradas por gripes, resfriados e sinusite podem migrar para o canal auditivo e provocar dor. Além disso, as inflamações das vias aéreas favorecem a proliferação de bactérias e vírus que provocam otite e também causam dor.

 

COMPARTILHAR FONES DE OUVIDO NÃO CAUSA INFECÇÃO

MITO – Compartilhar fones de ouvido pode, sim, causar infecção, pois existe o risco de contrair alguma bactéria do ouvido da outra pessoa. Outro fator que pode causar danos auditivos é o volume do som. A recomendação é deixar os fones em um volume em que a pessoa ao lado não escute sua música (o que, além de saudável, é educado).

 

Portal Drauzio Varella


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Você usa o cotonete eventualmente para limpar o ouvido? Está na hora de abolir essa prática. É o que aconselham as diretrizes médicas da Academia Americana de Otorrinolaringologia. De acordo com a recomendação, publicada recentemente na revista científica Otolaryngology-Head and Neck Surgery, não se deve colocar qualquer coisa “menor que o cotovelo em seu ouvido”.

O problema é que as hastes flexíveis — ou qualquer objeto que alcance o local — podem machucar o ouvido. Os pesquisadores explicaram que os objetos têm potencial real de causar cortes nos canais auditivos, perfurar os tímpanos e ainda deslocar os ossos auditivos. Como consequência, as pessoas podem ter perda de audição, tontura ou outros sintomas de lesão de ouvido.

Sabe-se que o organismo produz cera naturalmente para manter os ouvidos lubrificados, limpos e protegidos. Qualquer tipo de sujeira, como poeira, grão de de areia, entre outros, que chegue ao ouvido fica preso à cera, que impede as partículas de chegar ao canal auditivo. Os movimentos habituais da mandíbula, como falar e mastigar, juntamente com o crescimento da pele dentro do canal, normalmente ajudam a mover a cera antiga de dentro para fora da orelha, onde é lavada durante o banho. Ou seja, o próprio corpo se encarrega de se livrar da cera.

Ao utilizar um cotonete, corre-se outro risco: empurrar a cera, em vez de retirá-la. Estima-se que 2% dos adultos tenham alguma dificuldade de eliminar a cera naturalmente e, por isso, podem sofrer perda auditiva. “Nesses casos, é melhor buscar um profissional de saúde para tratar do problema”, disse James Battey, diretor do Instituto Nacional de Surdez e Outros Distúrbios da Comunicação, à CNN.

Fonte: Abril/Veja


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Dificuldades de aprendizagem na escola são muito frequentes e, na maioria das vezes, estão relacionadas ao desempenho na leitura e na escrita, tanto na forma, como no conteúdo. Em alguns casos, os déficits escolares podem ser superados, em curto espaço de tempo, com algumas orientações, pois se devem a uma metodologia de ensino inadequada. No entanto, um número expressivo de crianças apresenta um transtorno específico da aprendizagem e merece uma avaliação mais cuidadosa em busca de um melhor diagnóstico, no sentido de identificarmos a maneira mais adequada de ajudá-las. Muitas vezes, tais crianças são consideradas desinteressadas, não só pelos professores, mas também pelos próprios pais, podendo ser chamadas de preguiçosas ou, pior ainda, de pouco inteligentes; e este rótulo, além de não contribuir, pode trazer consequências negativas para seu desenvolvimento emocional e para o processo terapêutico.

Uma criança que apresente dificuldade específica para números e cálculos matemáticos (discalculia do desenvolvimento), por exemplo, fará pensar em problemas de atenção e/ou memória se não encontrar pelo menos um profissional que saiba que este transtorno existe e que merece um atendimento especializado. Mais frequente ainda, o transtorno específico da leitura (dislexia do desenvolvimento), que afeta 2 a 5 % da população, dependendo da classificação utilizada, pode ter um prognóstico muito melhor, quando é diagnosticado tão logo surjam as primeiras dificuldades.

Uma audição normal é extremamente importante para o desenvolvimento da leitura e da escrita, pois a base da leitura é o conhecimento de que cada letra corresponde a um som. Nos recém-nascidos, a prevalência de deficiência auditiva é de cerca de um em cada mil nascimentos. A realização do Teste da Orelhinha ajuda a identificar crianças que nascem com perda auditiva, possibilitando um atendimento desde os primeiros meses de vida. No entanto, algumas vezes, a criança nasce com audição normal, mas apresenta uma perda congênita progressiva que pode prejudicar o aprendizado. Mais frequente ainda é a perda auditiva leve ou moderada decorrente de otite média.

A incidência de otite média está aumentando como resultado do maior ingresso, e cada vez mais precoce, nos berçários e creches. Considerando que uma criança que frequente creche pode apresentar cerca de 10 infecções virais ao ano e que, conforme estudos recentes, mais de 50% podem ser complicadas por uma otite média, é extremamente importante que tenha sua audição reavaliada ao iniciar o período escolar, mesmo que o resultado do Teste da Orelhinha tenha sido normal e que os pais acreditem que ela ouve bem.

Geralmente, a criança que apresentou vários episódios de otite média nos dois primeiros anos de vida normaliza completamente a audição quando ocorre a cura da doença, no entanto, o processamento auditivo pode permanecer alterado, provocando transtornos da aprendizagem. Estudos realizados nos Estados Unidos revelaram 2 a 5% de incidência de transtorno do processamento auditivo entre escolares.

Uma boa audição e um bom processamento auditivo são extremamente importantes numa sala de aula, por exemplo, em que o aluno deve focar a atenção no que é dito pelo professor e ignorar qualquer outro estímulo que possa interferir negativamente na escuta: conversa dos colegas, arrastar de cadeiras, passos no corredor, barulho do ventilador, buzinas na rua ou gritaria no pátio da escola. A criança que apresenta processamento auditivo central normal entenderá a professora com facilidade, enquanto a que tem alteração da audição ou do processamento poderá ter dificuldade em compreender o que está sendo dito, o que pode interferir negativamente no seu processo de aprendizagem.

Sempre que um escolar apresentar transtorno da aprendizagem deve ser incluída na bateria de exames uma avaliação da audição e do processamento auditivo, antes que se inicie qualquer tipo de atendimento. Quando identificamos a causa, a terapia especifica para o problema é muito mais rápida e eficaz.

Dra Berenice Dias Ramos


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Abaixo está relacionado alguns fatores que influenciam no desenvolvimento da perda auditiva:

✔Doenças respiratórias, infecções como otites e outras podem causar lesões, ocasionando perda auditiva e também zumbido;

✔Envelhecimento;

✔Certos medicamentos podem causar perda auditiva e zumbido. Por isso evite a automedicação;

✔Traumas na cabeça como pancadas, acidentes, ferimentos na cabeça podem causar zumbido e perda auditiva temporárias ou permanentes;

✔A exposição a sons muito altos como tiros, fogos de artifícios e outros explosivos, ambiente laboral com barulho excessivo ou ouvir música em volume alto por longo período também são fatores que podem causar a perda auditiva;

✔Fatores hereditários também podem contribuir para o surgimento da perda auditiva.

 

⚠Caso esteja percebendo que está perdendo a audição é importante que você marque uma consulta com o médico Otorrinolaringologista.


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Muitas vezes, algumas crianças que não apresentam um bom desempenho escolar têm dificuldades em aprender a ler ou escrever, trocam letras para falar, são desatentas ou distraídas.
Os adultos, por outro lado, queixam-se de dificuldades no seu dia-a-dia profissional e o convívio com familiares e amigos, queixam-se de falta de memória, concentração, entendimento, pedem para repetir o que foi dito, ou muitas vezes dizem: ” não entendi”.
É possível que por trás destas queixas esteja acontecendo o que chamamos de Distúrbio de Processamento Auditivo Central.
A capacidade que o sistema nervoso tem para usar a informação que chega pela audição, ou seja, “é aquilo que o cérebro é capaz de fazer com o que o ouvido ouviu”, é chamado de Processamento Auditivo Central.

Outros sinais observados pelos profissionais são:

•Cansaço rápido quando está assistindo às aulas ou palestras;
•Agitação e/ou inquietação;
•Dificuldade para ouvir e prestar atenção em ambientes ruidosos
•Parecer não ouvir/entender bem;
•Demora para escutar e/ou compreender o que foi dito;
•Dificuldade em conversas com muitas pessoas ao mesmo tempo;
•Dificuldade para localizar de onde o som está vindo;
•Dificuldade para realizar uma sequência de tarefas que lhe foi solicitada.

Se você apresenta os sinais acima, nós podemos lhe ajudar!


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Somente idosos possuem Perda Auditiva?
FALSO! É comum que devido ao processo natural do envelhecimento o sistema auditivo tenha sua função alterada em idosos. No entanto, 65% do total de pessoas com perda auditiva tem menos de 64 anos.

Apenas pessoas com perda auditiva profunda precisam de aparelhos auditivos?
FALSO! Desde as perda auditivas de grau leve ao grau profundo tem indicação de uso de aparelhos auditivos. Além disso, quanto menor for a perda e mais cedo ocorrer a intervenção maior será a chance do paciente se adaptar ao uso do aparelho.

Os aparelhos auditivos são grandes?
FALSO! Com o avanço da tecnologia o mercado dispõe de diversos modelos de aparelho auditivos discretos e potentes, sendo alguns deles praticamente invisíveis. O Fonoaudiólogo é o profissional capacitado para avaliar seus exames, sua rotina e suas necessidades e lhe indicar o aparelho mais adequado.

Pessoas com perda auditiva utilizam a leitura labial?
VERDADEIRO!A maioria dos indivíduos com perda auditiva utilizam a leitura labial como suporte.

Pessoas com perda auditiva sempre terão dificuldades em escutar os sons da televisão e de falar ao telefone?
FALSO: Atualmente o mercado dispõe de alguns acessórios que transmitem o sons da televisão e do telefone com clareza e nitidez diretamente aos aparelhos auditivos.

É muito difícil se adaptar aos aparelhos auditivos?
FALSO! A tecnologia disponível atualmente permite que os fonoaudiólogos disponham de diversos recursos a fim de facilitar o processo de adaptação dos pacientes usuários de aparelhos auditivos.

Zumbido e sensação de tontura podem ser sintomas de perda auditiva?
VERDADEIRO: Assim como zumbido a sensação de tontura, podem ser sintomas de perda auditiva.

Pessoas que trabalham com sons intensos, como motorista de ônibus e motocicleta, DJs, pedreiros e operários , precisam usar o protetor auricular?
VERDADEIRO: O protetor auricular é um recurso que ajuda a proteger as células da audição de barulhos intensos. Portanto pessoas expostas a sons intensos devem aderir ao protetor para evitar perdas auditivas causadas por ruído ou traumas acústicos.

Perda Auditiva pode causar quadros depressivos nos indivíduo?
VERDADEIRO: A perda auditiva também pode causar quadros depressivos devido ao isolamento social e da falta de atenção e diálogo com familiares e amigos.

 

Ficou com alguma dúvida? Procure um Otorrinolaringologista ou um Fonoaudiólogo,aproveite para sanar suas dúvidas e fazer uma avaliação audiológica. Prevenir é sempre a melhor opção.

 

Caroline Nunes Egster
CRFa 10017-7
Fonoaudióloga graduada pela UFSC
Especializada em Gestão de Saúde pela UFSC


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Isso mesmo! A otite média secretora (OMS), mais popularmente conhecida como “catarro” no ouvido pode levar a perda auditiva de graus variados com prejuízos ao desenvolvimento da fala e linguagem, desempenho escolar e até mesmo alterações de comportamento que podem levar ao diagnóstico incorreto de hiperatividade e déficit de atenção. A presença de OMS durante os primeiros dois anos de vida pode levar a dificuldades de aprendizagem inclusive podendo afetar o QI futuro dessas crianças.
A OMS é a principal causa de perda auditiva em crianças nos países desenvolvidos, principalmente entre 2 e 5 anos de idade. Diferentemente de uma otite média aguda, ela não costuma causar dor de ouvidos, inclusive podendo ser assintomática. Na otite média secretora, há acúmulo de muco ou líquido atrás do tímpano em virtude do mau funcionamento da tuba auditiva (canal que comunica o ouvido com o nariz). Adenoides, rinite alérgica, resfriados frequentes e malformações craniofaciais (especialmente a fenda palatina) são exemplos de situações que podem prejudicar a tuba auditiva aumentando o risco de otite média aguda e secretora.
O diagnóstico da OMS é feito a através da otoscopia (exame dos ouvidos) pelo otorrinolaringologista e dos testes de audição (audiometria e imitanciometria) realizados pela fonoaudióloga. O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico e deve ser individualizado buscando correção das situações que prejudicam o correto funcionamento da tuba auditiva. É muito importante consultar com o médico especialista em ouvidos para que seja instituído o tratamento apropriado, especialmente para evitar o uso desnecessário de antibióticos.
Fique atento!

Dra Fabiana Bortoncelo Scarton – Responsável Técnica do Instituto OTOVIDA

 


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A surdez ao envelhecer faz parte do processo degenerativo relacionado ao envelhecimento natural do indivíduo. A partir da quinta ou sexta década de vida, a pessoa passa a não ouvir com a mesma perfeição de quando tinha 20 anos, devido à morte de algumas células auditivas. Entretanto, componentes genéticos e fatores de risco específicos como diabetes, pressão alta, tabagismo e uso excessivo de álcool podem acelerar esse processo denominado presbiacusia.

Dados da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia apontam que as pessoas demoram cerca de sete anos para procurar um especialista após perceberem algum dano à audição e ainda levam mais dois anos para escolher um tratamento. Esse descuido pode levar à surdez definitiva.

”Através do exame da audiometria, que mede o menor som que uma pessoa é capaz de ouvir em cada frequência sonora, o especialista consegue avaliar a perda auditiva do paciente”, explica o otorrinolaringologista Eduardo Bogaz, do Hospital São Camilo, em São Paulo. Segundo o médico, se a perda auditiva for de grau leve, por exemplo, não será necessário o uso do aparelho de audição.

Um dos sintomas iniciais que merece atenção surge quando o idoso sente dificuldade, por exemplo, em falar ao telefone ou tem a sensação de que não consegue compreender bem as palavras que lhe são ditas. Por isso, ele tem uma enorme dificuldade de manter conversas simples. Além disso, os sons da fala mais agudos, utilizados com as consoantes s, t, k, p e f, são mais difíceis de compreender por quem sofre de perda auditiva.

“Os mais jovens têm o costume de chegar perto dos avós para falar próximo ao ouvido, como se eles não conseguissem escutar. Mas isso não ajuda. É necessário falar de maneira clara, articulando bem as palavras e com uma boa entonação, sem gritar. De frente para a pessoa, para que ela utilize o apoio visual e consiga fazer a leitura facial. Isso não vai melhorar a audição, mas ajudará na comunicação”, diz Bogaz.

Já os pacientes com perda auditiva moderada ou grave devem utilizar aparelhos auditivos, que amplificam os sons. “O aparelho não interfere na capacidade de compreensão, então essa orientação de falar devagar, pausadamente, para a pessoa utilizar a leitura orofacial também vale para quem usa aparelho”, explica o otorrino.

O médico alerta que a surdez na terceira idade pode gerar uma angústia muito grande no idoso, pois a dificuldade de comunicação e percepção pode levá-lo ao isolamento, ainda mais se a família não tiver paciência. Por isso, ele passa a ser excluído das atividades sociais e a ser informado somente de alguns poucos assuntos conversados em casa. Prevenir esse problema relacionado à idade ainda não é possível, entretanto, alguns cuidados são essenciais e podem refletir na saúde dos ouvidos. “Controlar diabetes e pressão alta, não ficar exposto a ruídos altos e fugir do sedentarismo podem afastar os fatores de risco”, comenta Bogaz.

Fonte: Portal Drauzio Varella


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Mais de 1 bilhão de jovens no mundo correm risco de desenvolver problemas auditivos devido à exposição prolongada e excessiva a sons em volume alto, principalmente por meio de fones de ouvido. O alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS) ainda estima que o risco atinge 50% da população entre 12 e 35 anos de idade. De acordo com a entidade, cerca de 466 milhões de pessoas no mundo já têm a audição prejudicada – número que deve aumentar para 900 milhões até 2050.

“Mais de 1 bilhão de jovens correm o risco de perda auditiva simplesmente fazendo o que realmente gostam de fazer muito – ou seja, ouvindo música regularmente através dos fones de ouvido”, comentou Shelly Chadha, do Programa de Prevenção a Surdez e Perda Auditiva da OMS, em entrevista coletiva. Para melhorar esse cenário, a organização lança, nesta semana, novos padrões para a produção de produtos tecnológicos que, segundo a entidade, estão contribuindo para a atual situação.

 

A solução

Segundo a Reuters, o projeto, que colocou lado à lado a OMS e a União Internacional de Telecomunicações (UIT), solicita aos fabricantes que, ao produzir smartphones e outros aparelhos de áudio, seja inserido algum tipo de software capaz de permitir o controle de volume, reduzindo automaticamente o nível quando os limites recomendados forem ultrapassados. Ainda é sugerido a instalação de algum recurso, como aplicativos, que possibilite o controle parental do volume.

“Hoje, não temos exatamente como saber se estamos ouvindo música em volume adequado ou não. É como dirigir um carro em uma estrada sem os ponteiros de velocidade no carro. O que estamos recomendando é construir um ponteiro de velocidade para esse som”, disse Chadha. De acordo com ele, o objetivo principal é capacitar o usuário para fazer a escolha correta ou estar ciente de que corre o risco de desenvolver perda auditiva.

A OMS ressalta que os padrões devem ser estabelecidos pelos governos, assim será possível exigir que os produtos sigam as recomendações. Na Europa, por exemplo, alguns países já adotam exigências para celulares, como definir o nível do volume através de cores: quando em vermelho indica volume excessivo. No entanto, para a OMS, esse recurso não é o bastante, especialmente quando há tanto conhecimento tecnológico capaz de impedir a perda auditiva. “Não podemos simplesmente permitir que crianças sofram com isso ao escutar música. Eles precisam entender que, uma vez perdida a audição, ela não retorna”, salientou Tedros Ghebreyesus, diretor executivo da OMS.

 

Nível recomendado

Segundo a OMS, quanto mais alto o volume, menor é o tempo que a pessoa pode utilizar os fones de ouvido com segurança. Ao diminuir o volume, é possível continuar fazendo uso do dispositivo sem prejudicar a audição. Se o nível de som ficar abaixo dos 80 decibéis, é possível ouvir música em segurança por até 40 horas por semana. No caso de crianças, o índice cai para 75 decibéis. O volume ideal para os fones de ouvido é menos de 60% da capacidade máxima de áudio. Além disso, o aparelho deve estar ajustado e, se possível, ter cancelamento de ruído, como os fones que cobrem toda a orelha do usuário.

 

Fones em todo lugar

A OMS também está analisando os níveis de volume em outros ambientes, como boates e arenas esportivas; caso necessário, a entidade deve desenvolver estrutura regulatória semelhante que possa ser aplicado a diferentes locais, como restaurantes, bares, shows e até mesmo aulas de dança, como zumba, que geralmente têm níveis muito altos de som sendo tocados por longos períodos.

Além disso, a Action on Hearing Loss (AoHL), organização de caridade do Reino Unido, está pedindo que as máquinas de venda automática instaladas em bares e baladas disponibilizem fones de proteção como maneira conscientizar o público da importância de proteger a audição. Isso porque barulhos muito alto, inclusive de festas, podem danificar as células ciliadas – receptores sensoriais que ficam no ouvido interno -, provocando provocar zumbido e, em casos mais graves, perda auditiva.

“Eles [fones de proteção] não fazem você parecer brega e não impedem que você aprecie a música como as pessoas geralmente pensam; eles ajudam a proteger sua audição, algo que todos subestimamos”, explicou Gemma Twitchen, do AoHL, ao Daily Mail. A entidade ainda pede que o produto esteja disponível em várias cores para chamar a atenção das pessoas.

 

Fonte: Veja OnLine


Instituto Otovida

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